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SÉRIES QUE MERECERAM SER ABANDONADAS

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LOST

Lost começou como uma série muito interessante que prometia muito, mas acabou não dando nada. Sua primeira temporada foi um estouro. Um tremendo sucesso que talvez tenha subido a cabeça dos criadores, que em seu segundo ano trouxe uma boa temporada, mas não tão suficiente quanto a primeira, a coisa foi se repetindo a cada ano, até chegar no seu decadente final, onde nem eu mesmo sabia se estava assistindo a mesma série.

TRUE BLOOD

True Blood teve duas primeiras temporadas excelentes, tão boas que a terceira não conseguiu manter o mesmo nível, foi tão arrastada, mas tão arrastada, que a quarta temporada que poderia ter mudado essa situação, só comprovou que a qualidade da série havia ido por água abaixo. O suficiente pra eu não perder meu tempo com o quinto ano da série.

GREY’S ANATOMY

Grey’s Anatomy teve uma primeira temporada gostosinha de assistir, porém nada demais, a segunda começou no mesmo ritmo só que melhor, mas a partir do meio da temporada mostrou ser uma das melhores séries em exibição (na época do segundo ano), a terceira conseguiu manter certa qualidade, embora fosse inferior a segunda que foi linda de assistir. Agora o quarto ano foi uma temporada preguiçosa com situações constrangedoras. Difícil de lembrar que já teve temporadas brilhantes como a segunda, que foi uma das coisas mais lindas de se ver. Uma pena, porque o quinto ano começou tão fraco, que eu não senti nada em ter que abandona lá, até porque novela é o que não falta na TV aberta.

GLEE

Glee teve uma primeira temporada divertida, contagiante, cheia de músicas bem regravadas, algumas eram até melhores que as originais porque os personagens passavam emoções nas letras. Já o segundo ano não conseguiu o mesmo efeito, algumas músicas soam péssimas e a história desconexa, onde cada episódio é uma coisa começa irritar e faz você perder todo o interesse em continuar. Claro, que se você for um espectador menos exigente ainda pode tirar algum proveito dessa série nos anos seguintes. O que não é o meu caso.

THE BIG C

The Big C tem uma primeira temporada muito boa, com direito a uma sequência final de temporada excelente, mas o mesmo não acontece no segundo ano, onde tudo fica sem graça e sem ritmo. É mais uma daquelas séries que só funciona no primeiro ano. Nem vale a pena ficar vendo reciclagem do primeiro ano em outras temporadas.

ANGEL

Angel já veio destinada ao fracasso, é um spin off o que sempre gera comparações com sua série de origem e se tratando de Buffy, era óbvio que a série não iria se manter querida por muito tempo. Tem uma primeira temporada muito boa, a segunda não peca também, mas não é a suficiente boa e encantadora como Buffy, um grande motivo pra eu ter abrido mão sem sentir nada, ainda mais sabendo o que viria pela frente. Joss Whedon não acertou aqui.

GOSSIP GIRL

Gossip Girl prometia, era uma série cool sobre jovens, criada pelo mesmo criador de The O.C., mas sabemos que nem os mesmos criadores sempre fazem as mesmas coisas, às vezes eles erram e feio e esse foi um desses casos (lembre-se também de Alan Ball com True Blood). The O.C. não passou de uma primeira temporada boa, o resto foram só tentativas.

ROSWELL

Rosweell é teen, tem o mesmo formato de Smallville, pode ser boa em seu primeiro ano, mas não é uma série tão interessante pra se acompanhar todos os anos. Sendo assim, eu larguei, larguei sem dó.

SMALLVILLE

Smallville era o trunfo das séries juvenis, prometia contar a juventude do Superman, e fazia isso muito bem nos primeiros anos, mas o sucesso foi tanto que os criadores não conseguiram cumprir com a promessa a fim de lucrar. Erro gravíssimo, quando se deixa a qualidade de lado a fim de gerar lucro, é decadência na certa, afinal nem a pessoa mais brilhante conseguiria manter uma série boa por 10 anos e sem contar que os próprios criadores provaram isso, deixando a série em seu sétimo ano.

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TOP 10 – MELHORES EPISÓDIOS

Acabei de finalizar meu novo top 10 que traz os melhores episódios que já vi, o top não tem nenhuma season premiere e nem season finale, é por isso que séries como Homeland não estão na lista, porque os episódios do meio de temporada nem sempre são melhores que do inicio e do final, é o tipo de série como 24 horas que não funciona muito fora do conjunto. Confira a lista abaixo:

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Smallville – 5.12 Reckoning

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O centésimo episódio da série intitulado como “Reckoning” talvez seja o único episódio de Smallville que acertou em todos os pontos, é bem escrito, dirigido e tem ótimas atuações, principalmente de Annette O’Toole nos minutos finais após uma tragédia envolvendo a família Kent. O episódio começa com Clark (Tom Welling) finalmente contando toda a verdade para Lana (Kristin Kreuk). Logo após ele a pede em casamento, ela aceita, mais tarde Lana sofre um acidente e morre. Apesar das mudanças no meio do episódio, nem tudo sai como esperado no final, Clark perde outro ente querido e o episódio termina com uma linda cena ao som de I Grieve – Peter Gabriel. Tempos em que a série funcionava muito bem, já que era escrita pelos mesmos roteiristas de Homem Aranha 2 e tinha Greg Beeman (da primeira temporada de Heroes) como um dos diretores.

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American Horror Story: Asylum – 2.05 I’m Anne Frank Part II

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Anne Frank sai da história real pra entrar em uma outra história, a de American Horror Story: Asylum. Nessa segunda parte do episódio, temos um roteiro caprichado, assim como a direção onde Jessica Lange tem uma cena em especial que pode mostrar todo seu talento. Algumas verdades sobre Dr. Arder (James Cromwell) são escondidas, enquanto outros sobre Bloody Face vem a tona. O final do episódio tem uma sequência assustadora onde a identidade do serial killer é descoberta. A série nessa segunda temporada que tem um outro conto completamente diferente da primeira vem pra provar que ainda se pode fazer terror com competência. Explorar assuntos reais com sobrenaturais e ter um saldo tão positivo não é pra qualquer série.

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True Blood – 2.09 I Will Rise Up

Se True Blood tivesse mais episódios como “I Will Rise Up”, provavelmente estaria num nível Alan Ball no seu bom tempo de Six Feet Under, já que aqui a série deixa de ser apenas um terror trash pra trazer um pouco do lado emocional dos personagens, principalmente presente na belissima cena final onde mostra um pouco da humanidade que existe entre os vampiros e que nunca é mostrada. “I Will Rise Up” além de ter um ótimo roteiro, traz grandes atuações. Certamente vale assistir a essa temporada pra não perder esse episódio.

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Buffy – 4.10 Hush

Buffy sempre foi elogiada por tratar bem a juventude dos adolescentes e por trazer bons diálogos. Mas muitos desacreditavam da série por pensar que ela era apenas uma série com bons diálogos, mas até Joss Whedon estava cansado de sua obra ser subestimada e trouxe um episódio com 30 minutos mudo onde ele pode provar que a série tinha não só bons diálogos, mas um bom roteiro, direção e elenco e conseguiu fazer um dos episódios mais geniais da história da TV com direito a uma indicação ao Emmy por Melhor Roteiro em Série Drama por esse episódio.

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Grey’s Anatomy – 2.17 As We Knew It Part II

“As We Knew It Part II”, começa com Meredith Grey (Ellen Pompeo) segurando uma bomba e fazendo a pergunta: “Se você soubesse que hoje seria seu último dia na Terra, como ia querer passá-lo?”. Era de se admirar a capacidade da série em lidar com problemas dos seus personagens e pacientes de cada episódio com maestria, além de trazer algumas questões como o “medo” que é bem explorado nesse episódio. A cena em que tentam retirar a mão da Meredith Grey ao som de Breathe Me é uma das melhores cenas da TV. E o episódio é encerrado de uma forma linda pra encher nossos olhos de lágrimas.

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Nip/Tuck – 3.11 Abby Mays

Nip/Tuck nunca foi tão brutal quanto em “Abby Mays”, os personagens estão numa tensidade tamanha e não há como não ficar chocado com as decisões tomada por eles. Christian (Julian McMahon) pensa ter sido abandonado no altar por Kimber (Kelly Carlson) e começa descontar em cima de todos, principalmente em cima da paciente título do episódio. Tem uma cena um tanto inusitada dele com ela que é chocante. Se apenas essa cena fosse a mais surpreendente, tudo bem, mas não, é tenso do começo ao fim com direito até a uma aparição do Carver, dessa vez com uma vitima inesperada. A cena dele torturando sua nova vítima da arrepios. Ryan Murphy descreve a série como não-ortodoxa e acho que esse episódio define muito bem o que ele quis dizer.

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Breaking Bad – 4.12 End Times

A fórmula do sucesso da série Breaking Bad é: quanto mais ferrado os personagens estão, melhor a série fica, mas nenhum outro episódio fez isso com perfeição. E escolher um episódio para a série foi pareo duro, já que quando Breaking Bad entra num clima de tensão, os episódios tem excelente resultados. Se o anterior terminou de uma forma explosiva com um dos maiores cliffhangers da história da televisão. “End Times” começa com a família de Walter (Bryan Cranston) ameaçada de morte. Depois tem o Jesse (Aarol Paul) apontando a arma na cabeça do Walter e ainda Wat fazendo a cabeça dele pra matar outra pessoa. E pra finalizar tudo numa tensão ainda maior, Walt planejando matar o maior chefe do crime com um explosivo que ele mesmo criou. Mais um penúltimo episódio que cria toda uma expectativa pro final de temporada. É tenso até dizer chega.

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Damages – 1.12 There’s No We Anymore

“There’s No We Anymore” é um episódio onde o passado, o presente e o futuro colidem. Ele começa mostrando o amor de um noivado do qual será rompido por uma tragédia que foi mostrada durante toda a temporada através de flashforwards. Além de explorar o passado de Patty Hewes (Glenn Close) e envolver Ellen Parsons (Rose Byrne) numa situação complicada de suicidio. Numa cena Ellen pergunta a Patty: “Você se arrepende do que fizemos? Porque eu me arrependo”. Mas o episódio não termina ai, o que o torna um dos melhores da série, já que é cheio de conclusões e termina de uma forma que aguça a curiosidade para o final de temporada.

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Six Feet Under – 5.10 All Alone

Six Feet Under sempre soube se aprofundar no drama de seus personagens e sempre teve episódios muito positivos, mas “All Alone” fez isso com maestria, o elenco estava em seu melhor, principalmente Frances Conroy. A dor nunca esteve tão presente na vida daqueles peronagens, além de conseguir transmitir tudo para quem estava assistindo. Eu chorei feito criança quando assisti. Palavras não vão definir a sensação que tive ao assistir esse episódio. É drama de qualidade.

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Desperate Housewives – 3.07 Bang

Eu assisti a primeira temporada da série inteira em DVD e não vi mais porque já estava na sétima temporada e como é uma série longa, eu não tinha tempo no momento para ficar em dia com ela, mas hoje eu resolvi assistir o episódio mais elogiado da série, “Bang”, a principio achei que o meu entusiasmo não seria o mesmo de todos porque já faz tempo que não assisto e nem acompanhei os episódios anteriores, mas é impossível não se envolver com esse episódio que traz uma situação onde pessoas se tornam reféns num mercado. O episódio coloca em questão pontos que a gente não costuma pensar no dia a dia e nos faz refletir com sua excelente cena final, além de conseguir balançar muito bem a comédia com o drama. Dificilmente me emociono, mas é impossível não chorar com esse episódio. Certamente eu não estou empolgado e por isso ele merece estar na primeira posição.